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Quantas pessoas morreram em 2013 por causa do consumo de droga?

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De acordo com os dados revelados no final do mês de junho pelo Gabinete das Nações Unidas contra a Droga e o Crime , morreram em 2013 cerca de 190 mil pessoas no mundo devido ao consumo de droga, estimando-se também, que 246 milhões de pessoas entre os 15 e os 64 anos consumiram estupefacientes ilegais. O relatório anual da ONU sobre  as drogas no mundo também indica que 1 em cada consumidores apresenta dependência. A cannabis é a droga mais consumida no mundo, cerca de 182 milhões de pessoas, seguida dos estupefacientes sintéticos, incluindo as anfetaminas e o Ecstasy , com 52,7 milhões. O consumo de droga é uma problemática transversal a todos os setores da sociedade e, como tal, TODOS temos responsabilidade e um papel a desempenhar neste combate, integrando níveis de atuação quer ao nível da prevenção primária (prevenção), secundária (diagnóstico precoce das situações), como da terciária (da reabilitação). Fonte :

A frequência de dores e lesões no pescoço e ombros aumenta em crianças e jovens. Porquê?

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A incidência de dores e lesões no pescoço e ombros tem vindo a aumentar em crianças e jovens em todo o mundo, não sendo o nosso país exceção. Este facto deve-se ao uso excessivo das novas tecnologias. De acordo com um recente estudo australiano da Curtin University of Technology, cerca de metade dos estudantes com uma utilização superior a sete horas de computador por semana têm dores no pescoço e ombros frequentemente, além de serem duas vezes mais vulneráveis a desenvolver problemas músculo-esqueléticos no futuro. Especialistas portugueses corroboram estes dados e reafirmam a necessidade dos pais, encarregados de educação e educadores terem uma preocupação constante em relação à postura das crianças e jovens, tendo que ser proativos para que os problemas posturais possam ser corrigidos espontaneamente e para que não evoluam para patologias mais graves. "A coluna cervical é um dos elementos mais importantes do nosso corpo, responsável pela sustentação e movimento" e ...

Gravidez na adolescência potenciada por baixa escolaridade

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Um projeto da Universidade de Coimbra, baseado em dados recolhidos entre 2008 e 2014, salienta a necessidade de se apostar mais na educação e informação dos adolescentes como forma de prevenir a gravidez indesejada na adolescência.  Este facto, que é corroborado pelo senso comum, é muitas vezes menosprezado, quer individualmente, quer institucionalmente.  Este projeto foi desenvolvido pelo Grupo de Investigação Relações Desenvolvimento & Saúde da Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade de Coimbra, com o apoio da Associação para o Planeamento da Família (APF) e a Direção-Geral de Saúde (DGS) e revelou, com dados objetivos e mensuráveis, que apesar de existirem várias causas associadas à gravidez na adolescência, existe um "traço em comum" à maioria das situações, que é baixa escolarização e/ou abandono escolar.  A gravidez planeada ainda na adolescência assume maiores números no Alentejo e nos Açores. O facto da maior parte da popu...

O "Bullying" persiste nas escolas e temos de combatê-lo...

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Nas últimas semanas, pelos piores motivos, o tema do " bullying " tem sido frequente em todo o tipo de conversas e noticiários. É uma realidade vergonhosa e que assume números assustadores. É inquestionável que todos temos de agir de forma concertada para corrigirmos e melhorarmos a situação. A investigadora Susana Carvalhosa do Centro de Investigação e Intervenção Social do ISCTE-Instituto Universitário de Lisboa apresentou dados num Seminário sobre « Estratégias e medidas de prevenção de bullying e do cyberbullying» , que o número de estudantes envolvidos em casos de « bullying », em Portugal , poderá ser «muito superior» ao das estatísticas oficiais, sendo superior a 240 mil.  Se não é esta a realidade que pretendemos para as gerações futuras, todos temos de ter uma participação ativa, transversal a toda a sociedade, de entreajuda e de sensibilização. Fonte :  http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=774179

NO MÊS DEDICADO À PREVENÇÃO DOS MAUS TRATOS NA INFÂNCIA, MAIS DADOS A CONSIDERAR...

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O mês de abril é dedicado à prevenção dos maus tratos na infância e, infelizmente, neste mesmo mês já foram noticiados vários casos pelos media, que inclusivamente, tiveram como desfecho mortes de crianças vítimas de abusos.   No dia 18 de abril, na página online do jornal Público ( Vide : www.publico.pt/n1692850 ) foi noticiada a divulgação de um estudo que destaca a necessidade mais recursos humanos e maior formação profissional , no sentido de se aumentar a eficácia na sinalização de vários tipos de abuso, pois vários tipos de maus-tratos não serão detetados pelas comissões de protecção de menores . Salienta também, o facto, a "elevada probabilidade" de vários tipos de abusos ocorrerem em simultâneo. Estes dados resultam de um estudo de doutoramento realizado na Escola de Psicologia da Universidade do Minho, pelo investigador Ricardo Pinto. Fonte :  - Jornal Público -  www.publico.pt/n1692850  

Estudo pioneiro revela que 20% dos portugueses têm anemia. A maioria desconhece a situação.

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De acordo com os dados de uma notícia publicada no jornal Público (vide www.publico.pt/n1692501 ), cerca de 1/5 da população portuguesa (20%) apresenta anemia , constituindo um número superior ao que se supunha, podendo esta situação ainda piorar. Acresce o facto, da maioria da pessoas desconhecer possuir esta situação clínica. Um terço da população apresenta carência de ferro, o que é uma das principais causas da anemia. A anemia é caracterizada neste artigo como um epidemia oculta, por camuflar sintomas de situações clínicas mais graves que lhe podem estar associadas. Cansaço, palidez, queda de cabelo, falta de ar, intolerância ao frio são alguns dos sintomas mais comuns dos doentes com anemia, mas que se facilmente passam despercebidos ou são confundidos com outras doenças.  "A anemia é a diminuição da concentração de hemoglobina, do número de glóbulos vermelhos no sangue, e com isso fica comprometida uma das mais nobres missões, que é a capacidade de transporte de oxigé...

Quase 30 por cento da população portuguesa sofre de hipertensão. No Alentejo a situação é ainda mais gravosa.

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A Direção Geral de Saúde (DGS) divulgou hoje, as conclusões do maior estudo realizado até à data em Portugal sobre a Hipertensão . Os dados revelados são preocupantes e são concordantes com os indicadores europeus, que colocam Portugal na "lista vermelha" de hipertensos e de ocorrência de doenças cardiovasculares e cerebrovasculares. Este estudo tem por base os registos de medição de tensão arterial de famílias de todos os centros de saúde do país. A hipertensão é principal causa dos acidentes vasculares cerebrais (AVC) e dos enfartes de miocárdio . Considerando que mais de 2,7 milhões de portugueses são hipertensos (o que corresponde a cerca de 30% da população) e, que metade destes, ainda têm a agravante de cumulativamente sofrerem de colesterol elevado e diabetes, o risco de poderem sofrer um AVC ou um enfarte de miocárdio "dispara" para níveis muito elevados.  A nossa região, o Alentejo, é a que apresenta maior prevalência de hipertensos , o que poderá...

ESTUDO: A DEPRESSÃO EM ADOLESCENTES EM IDADE ESCOLAR

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Um estudo feito com 3300 jovens com uma idade média de 14 anos e que ainda não está concluído, revela já dados a considerar: oito por cento dos adolescentes portugueses que frequentam o 8.º e o 9.º anos apresentam sintomas de depressão e 19% estão em risco de desenvolver a doença . Os jovens com sintomas de depressão foram encaminhados para cuidados de saúde. Os principais objetivos desta investigação são traçar o perfil de risco psicológico e genético para a depressão na adolescência e testar a eficácia do Programa de Prevenção da Depressão para Adolescentes (PPDA) , já aplicado na Islândia. E, apesar de ainda não terem sido tratadas as entrevistas clínicas essenciais à consolidação de resultados, os primeiros dados apontam, já, para um aumento significativo do nível de resiliência dos jovens integraram a experiência. Estes dados reforçam a importância da saúde mental ser uma das áreas prioritárias na educação para a saúde em meio escolar e, tal como refere a investigadora...

Dia Mundial da Saúde Oral - 20 de março - e os números em Portugal.

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Celebrou-se na passada 6.ª feira, dia 20 de março, o Dia Mundial da Saúde Oral , sendo o lema escolhido pela Federação Dentária Internacional para este ano, " Sorrir para a Vida ". Como habitualmente, esta data é uma oportunidade para sensibilizar, educar e incentivar pessoas, famílias, comunidades e governos a tomar medidas para reduzir a incidência das doenças orais, nomeadamente a epidemia da cárie e doenças gengivais, com consequentes perdas dentárias. As doenças orais estão entre as doenças crónicas mais comuns em todo o mundo e, o nosso país, não é exceção.  A assinalar este dia, foi apresentado um estudo que revela indicadores positivos em Portugal, verificando-se que o número de cáries dentárias nas crianças portuguesas de seis e 12 anos tem diminuído desde 2000 e, em 2013, mais de metade das crianças (passou de 33% para 54%) daquelas idades apresentava-se livre de cáries. Relaciona-se esta melhoria com algumas medidas estratégicas, como o cheque-dentista.  ...

Consumo de álcool nos jovens - estudo do SICAD

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O Serviço de Intervenção nos Comportamentos Aditivos e nas Dependências - SICAD divulga estudo sobre disponibilização, venda e consumo de bebidas alcoólicas em locais abertos ao público. Este estudo deu particular atenção aos padrões de consumo de álcool por parte de jovens em geral e adolescentes em especial. Envolveu uma amostra significativa, quer de jovens, quer de comerciantes e não se limitou aos grandes centros urbanos, incidindo também no interior do país, nomeadamente no Alentejo . Foram considerados, também, três estudos conduzidos em simultâneo, realizados entre alunos do ensino secundário, estudantes universitários e público jovem de um festival de verão. Por fim, foram considerados indicadores indiretos recolhidos de várias instituições. Conclusões do estudo : Não se verificou menor consumo de álcool por parte dos jovens, nem uma redução dos problemas associados ao consumo de bebidas alcoólicas, nomeadamente em adolescentes As práticas de fisc...

Nem tudo são rosas... mas as nossas crianças são as que comem mais fruta

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Apesar do estatuto socioeconómico ser dos factores de risco mais relevantes para o excesso de peso e para a obesidade infantil, dados recentes de um estudo do projeto europeu EPHE, financiado pela Comissão Europeia e apoiado pela Organização Mundial de Saúde, indicam que as crianças portuguesas foram as que apresentaram consumos mais elevados de fruta , comparativamente às restantes crianças europeias que integram este projeto (de outros seis países). Em média, as crianças portuguesas, consomem fruta diariamente, pelo menos uma vez por dia. Contudo, verificaram-se diferenças significativas de acordo com o estatuto socioeconómico . "as crianças portuguesas, que pertencem a famílias com nível socioeconómico mais baixo, têm uma frequência de consumo de refrigerantes e de sumos de fruta maior do que as de famílias de nível socioeconómico mais elevado". Apesar deste estudo indicar resultados algo positivos, também deixou indicadores de um percurso a percorrer, no sentido do...

Cigarros eletrónicos... de acordo com os estudos, um risco cancerígeno camuflado!

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Com as limitações impostas pela atual legislação que regulamenta a compra e uso do tabaco, os cigarros eletrónicos foram ganhando espaço comercial e aproveitando vários "vazios legais" para se implementarem. Associados à vontade crescente de cada vez mais pessoas pretenderem abandonar o "vício" do tabaco tradicional, instalaram-se no mercado, com fortes campanhas de marketing. Contudo, sempre foram controversos e suspeitos. Atualmente, existem cada vez mais sinais, que são tanto ou mais prejudiciais à saúde, que os cigarros convencionais. Recentemente, foram noticiados os resultados de mais um estudo que aponta para um maior efeito cancerígeno dos cigarros eletrónicos ( Vide : http://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMc1413069?query=featured_home& ), entre 5 a 15 vezes mais do que os cigarros comuns, devido ao facto do vapor com nicotina produzir formaldeído em concentrações muito prejudiciais à saúde. Urge avaliar esta realidade com rapidez e ...